1935
Avenida Rebouças em construção, em 1935, na altura da rua da Consolação.
Parque do Ibirapuera, em 1935.
Desde 1920, o aeroporto que atendia a cidade de São Paulo era o Campo de Marte, localizado às margens do Rio Tiete, onde as chuvas frequentemente causavam alagamentos. Com isso, em 1935 foram feitos estudos pelo governo do estado com a intenção de prover a São Paulo um aeroporto que não estivesse sujeito às enchentes. A região de Congonhas então foi escolhida por suas condições naturais de visibilidade e de drenagem, longe das áreas de áreas alagadiças.
Padaria do Adamastor, no Bairro do Tucuruvi, em 1935.
1936
Em 1936, a Auto-Estradas S/A comprou um grande terreno de um bisneto do Visconde de Congonhas, que era proprietário das terras onde seria construído o aeroporto. Essa construtora planejava urbanizar a região, chamando-a de Vila Congonhas. Com isso, a Auto-Estradas torna-se a maior interessada na instalação do aeroporto na região e como forma de pressionar o governo de São Paulo pela escolha do terreno, a companhia, por conta própria, construiu uma pista de terra para pousos e decolagens à margem da estrada de rodagem para santo Amaro (atual avenida Washington Luís).
Em março de 1936 a Auto Estradas S/A iniciou a construção de uma pista de testes no local onde hoje está o aeroporto. Para testar a viabilidade da área e também ouvir a opinião de aviadores, a empresa divulgou esta nota, em 12 de abril de 1936, nos jornais da capital paulista.
Em 12 de abril de 1936, pela primeira vez, o Campo de Aviação da Companhia Auto-Estradas foi utilizado publicamente em caráter experimental. Pilotos consagrados foram convidados para exibir-se e testar as condições de Congonhas para sediar o aeroporto. Em julho de 1936, com a construção de uma segunda pista de terra, companhias de aviação comercial passaram a utilizar o campo a pista de terra, que foi brevemente conhecido como Campo da VASP. Ainda no mesmo ano, no dia 15 de setembro, o governo de São Paulo finalmente adquiriu o terreno depois de chegar a um acordo com a Auto-Estradas quanto ao preço e o aeroporto passa então a ser denominado oficialmente como Aeroporto de São Paulo, sob a administração da Diretoria da viação da Secretaria da Viação e Obras Públicas do Estado de São Paulo.
Foto área de abril de 1936 mostrando o aspecto da então Villa Congonhas e a pista construída pela Auto-Estrada S/A.
1937
Túnel da Avenida 9 de julho em construção. Foto: Marco Barbosa/Estadão.
Abertura da avenida Nove de Julho, em 1937. No centro a Praça Pedro de Toledo (atual 14 Bis)
Viaduto Nove de Julho em obras. 1937. Sobre ele, o Belvedere Trianon.
Antigo Presídio Tiradentes (demolido) que ficava na Avenida Tiradentes próximo do Parque da Luz, em 1937.
1938
100 mil pessoas assistiram as acrobacias aéreas, em 1938.
1940
Avenida 9 de julho em 1940.
Rua da Cantareira em tempos de enchente, em 1940. Foto de Benedito J. Duarte.
Avenida 9 de julho. Foto de Edison Pacheco.
1940 - Esquina da avenida São João com a rua Líbero Badaró. Foto de Hildegard Rosenthal.
Em 1940, a Secretaria de Estado dos Negócios e da Viação estabelece que o Aeroporto seria administrado por um representante do governo do estado de São Paulo. Assim, o estado investiu sistematicamente em Congonhas, em especial no primeiro período e ao lado da pista, foi construída uma pequena estação de passageiros em linhas art déco que funcionou até 1948.
Avenida São João com a rua Líbero Badaró, na década de 40. Foto de Hildegard Rosenthal.
Avenida São João em 1940.
Avenida São João em 1940. Foto de Hildegard Rosenthal.
Rua São Bento, década de 1940.
1942
17 de janeiro de 1942 - Estrada de Santo Amaro (atual avenida Santo Amaro).
1943
Largo do Arouche em 1943. Foto: Benedito J.Duarte.
1944
Foto de uma charrete que transportava os viajantes que desciam no Aeroporto de Congonhas. Eram tempos do racionamento de combustível imposto na cidade pela 2ª Gerra mundial.
Em 25 de março de 1944, as 17 horas ocorreu um acidente com o Trem da Cantareira. O descarrilhamento ocorreu a pouco mais de 400 metros da Estação Tucuruvi, sentido Guarulhos e deixou um saldo de mais de cem mortos naquela tarde.
Acidente com o Trem da Cantareira, em 25 de março de 1944.
1945
Padaria do Aguiar, no Tucuruvi, em 1945.
1947
Avenida 9 de julho.
1948
Viaduto do Chá e Teatro Municipal, em 1948.
1950
Ponto de ônibus ao lado do Teatro Municipal, na praça Ramos de Azevedo. Década de 1950.
Túnel da Avenida 9 de julho.
Viaduto do Chá em 1950.
Túnel da Avenida 9 de julho.
Rua Marconi em 1950.
Aeroporto de Congonhas, em 1950.
Aeroporto de Congonhas, em 1950.
Rua Direita na década de 1950.
Vista do Parque Dom Pedro II em 1950.
Campinho do Clube Atlético Tucuruvi, em 1950. Na foto, o goleiro Milton e, agachado, Durvalzinho, antes do início do jogo no campo da antiga Avenida Cabuçu (atual av. Dr. Antônio Maria de Laet onde fica a estação Tucuruvi do Metrô). Ao fundo o Grupo Escolar Silva Jardim.
Campinho da antiga Avenida Cabuçu, Temos à direita o estílo da construção original dos sobrados, um de esquina rua Claudino Inácio Joaquim e os demais na Av. Cabuçu. Ao fundo o Grupo Escolar Silva Jardim, logo após o morro que existia. E à esquerda do prédio, parte do telhadinho do coreto da casa de João Fidalgo.

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