1854
Em 1854, o jornal Correio Paulistano inicia suas atividades.
1859
O fotógrafo Jesus Christo Müller instala seu estúdio fotográfico na Rua Direita.
1860
Fundação da Casa Garraux.
Foi iniciada a construção da estrada de Ferro Santos Jundiaí.
1862
Em primeiro plano, o aterro da Mooca. A continuação desse caminho é a atual Rua Tabatinguera, que na imagem leva à Igreja da Boa Morte (no alto, à esquerda). No centro, encontra-se a Torre do Carmo, fundada pelos Bandeirantes em 1592. À direita, está a torre da Igreja do Colégio.
Vista da Rua Direita, tendo ao fundo as torres da igreja de São Pedro dos Clérigos, no largo da Sé, e o casarão da livraria e papelaria Garraux. Foto de Militão Augusto de Azevedo.
Em 1862, São Paulo não passava de uma cidade acanhada, com cerca de 50 ruas e menos de 30 mil habitantes. Não atraía a atenção de viajantes,comerciantes nem de fotógrafos.
Rua Direita na região da Sé em 1862.
Nuno Perestrello da Camara se associa a Gaspar Antonio da Silva Guimarães e abre o estúdio fotográfico Perestrello & Gaspar, no Largo da Cadeia, esquina com a Rua Tabatinguera. Em julho do mesmo ano, Perestrello abre seu estúdio próprio. No mês seguinte, Gaspar assume a filial paulistana do estúdio carioca Carneiro & Smith.
Surge a Galeria Explêndida, na Rua da Cruz Preta, nº 22.
Pátio do Colégio em 1862. Foto de Militão Augusto de Azevedo.
Rua São Bento em 1862, vista da esquina da Rua do Ouvidor, atual José Bonifácio, em direção ao mosteiro. Foto de Militão Augusto de Azevedo.
Caminho do Brás em 1862.
Na movimentada Rua do Carmo localizava-se o solar da Marquesa de Santos, ou palacete do Carmo, conhecido pelas festas que aconteciam ali.

A Rua do Carmo posteriormente se chamou Rua da Boa Morte, e hoje chama-se Rua Roberto Simonsen.
Foto da igreja e convento de São Francisco e, à direita, a igreja da Venerável Ordem Terceira do Carmo, em 1862.
Paço Municipal, Fórum e Cadeia de São Paulo. Pintura de Benedito Calixto.
Vista posterior da antiga casa de Miguel Carlos, que nessa época passou a ser o Palácio Episcopal. Foto de Militão de Azevedo.
Casa de José Maria Gavião, construída entre 1858 e 1860. Foto de Militão de Azevedo.
Casa do banqueiro Camilo Gavião Peixoto, localizada ao lado da casa de seu irmão, José Maria Gavião. Foto de Militão de Azevedo.
1863
São Paulo conta com cinco estúdios fotográficos.
1864
Inauguração do Teatro São José, com capacidade para 1200 pessoas.
A Galeria Explêndida fecha suas portas e surge um novo estúdio fotográfico, fruto da associação de Joaquim Feliciano Alves Carneiro e Gaspar Antonio da Silva Guimarães. O estúdio recebe o nome de Carneiro & Gaspar e se estabelece na Rua do Rosário, 58.
Angelo Agostini funda o jornal humorístico Diabo Coxo, o primeiro jornal ilustrado de São Paulo.
1865
Em 1865, na Rua do Rosário, nasce a Photographia Academica.
O caminho do Brás foi nomeado pela prefeitura como Ladeira do Carmo em 1865.
1866
Encerram-se as atividades do jornal Diabo Coxo. Angelo Agostini funda, então, outro jornal humorístico, o Cabrião.
1867
Inaugurada estrada de Ferro Santos Jundiaí, como São Paulo Railway.
Construção do Mercado de São Paulo, às margens do Rio Tamanduateí.
1870
Fotografia da Rua Líbero Badaró, tomada da esquina da Rua Direita, aproximadamente entre 1870 e 1880. O prédio da esquerda era o antigo solar dos Barões de Itapetininga (mais tarde dos Barões de Tatuí), demolido em 1889 para a construção do Viaduto do Chá. Os prédios da direita ficavam onde hoje abre-se a Praça do Patriarca.

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